22/07/2014

Creepypasta dos Fãs: 30 Minutos

Estava de noite, o sono bateu e fui dormir...

Quando percebi que estava andando numa rua escura com minha irmã.

Uma mão desconhecida segurou o ombro dela e disse: Você tem 30 minutos para salvá-la.Ele não disse o que iria acontecer mas eu pude sentir um ar mais pesado, sombrio, e soube que era algo muito ruim, talvez ele fosse a morte!

Eu me virei e vi ela indo embora com esse homem.Não aguentei encará-lo, mesmo ele estando de costas, e nem queria esperar para ver o que aconteceria.

Não podia correr, fingi que nada estava acontecendo,me virei de volta e fui andando à procura de ajuda.

De repente vejo um amigo meu, sentado em perna de índio no meio da calçada; pedi a ajuda dele, não podia correr mas não aguentei, saí correndo pra casa.O homem que sequestrou minha irmã viu, e veio andando em minha direção.Eu podia correr o mais rápido possível mas se olhasse para trás lá estava ele, apenas andando.

Cheguei no portão de casa, estava trancado.

Gritei minha mãe umas três vezes e ela não ouviu.Então comecei a gritar desesperadamente, ninguém estava me ouvindo.

Gritei, gritei, e gritei. O que aconteceu? Nem queira saber!

Se você estiver numa rua escura com algum conhecido, e ver um homem levando-o com a frase: "Você tem 30 minutos para salvá-lo." NÃO CORRA! Procure ajuda de alguém conhecido, sentado em perna de índio, num lugar esquisito.OUÇA-O! Não adianta correr para casa, gritar, ninguém irá ouvi-lo, afinal, você está dormindo.

Procure a resposta, e lembre-se: Você tem 30 minutos.

Todos que tiveram esse "sonho" acabaram perdendo um ente querido, talvez por conta do desespero e por não cumprir as tais regras.

Autor: DV

Creepypasta dos Fãs: O Monstro

Estou vendo a faca. Tenho acesso a ela se esticar os meus braços através da grade. Já estou decidida, vou terminar com tudo. Não tenho chances de escapar daqui. Na primeira tentativa, no mínimo eu seria exposta a mais um experimento. Vou acabar com isso, mesmo que seja doloroso. Não me importo, pelo menos pararei de sofrer. Meu nome é Patrice Hills, e vou contar a minha história nesse papel para que saibam do que realmente aconteceu comigo.

Tinha acabado de me formar em Jornalismo na universidade da minha cidade natal. Logo depois da festa de formatura, recebi uma oportunidade de emprego num canal de TV local em uma cidadezinha vizinha. O salário era muito bom, e o turno não era desgastante. Após pesquisar, encontrei uma pequena e aconchegante casinha no centro da cidade, que estava em um preço barato. Tudo parecia perfeito demais.

Mudei-me para a nova casa e fiz uns ajustes e pinturas para deixa-la do jeito que eu gostava. No meu primeiro dia de trabalho, recebi umas designações simples. Consegui cumpri-las normalmente. Enquanto estava na minha corrida matinal num dia que eu não me lembro qual, conheci uma mulher. Ela era uma senhora de meia-idade, possuía cabelos ralos e negros, com algumas linhas brancas e morava há umas cinco casas da minha. Era bem magra e baixa, usando sempre vestidos longos de tecido barato e florido. Parecia ser bastante amigável.

Ela estava regando as plantas do jardim na entrada de sua casa quando acenou pra mim. Quando percebi, removi meus fones de ouvido e acenei de volta, com um velho e tradicional “bom dia”. Ela aproximou-se e começou a perguntar sobre a minha vida, como era meu trabalho, dizendo que eu era muito linda na TV e outros elogios. Agradeci sempre, e, quando fui perguntar a ela se ela vivia sozinha, gaguejando, ela confirmou, logo após mudando de assunto. Após isso, ela rapidamente terminou a conversa e continuei com meus exercícios. Apesar de ter parecido boa-gente, meus sensos femininos avisaram-me que algo de errado havia ali, mas acabei não dando atenção naquele momento.

Naquela época, a minha fama estava sendo tomada por uma jornalista mais nova que fora transferida para essa cidade há, mais ou menos, um mês. Eu teria de encontrar algo novo para investigar e criar um roteiro logo, para que pudesse manter meu pedestal.

Já eram quase duas da manhã quando eu estava completamente sem ideias. Levantando-me, frustrada, da cadeira em frente à escrivaninha, fui à janela do meu quarto que dava para a rua. Girando minha cabeça para os lados, acabei (para infortúnio meu), vendo a senhora carregando dois sacos negros ao jardim. Achando estranho, continuei observando-a. Foi aí que vi algo muito bizarro.

Com uma pá nas mãos, a mulher jogou os sacos negros ao chão e cravou a pá nas gramas verde-vivas. Ela começou a cavar rapidamente, enquanto olhava, desconfiada, para os lados. Após terminar de cavar um buraco de quase meio metro de diâmetro e uns 1 metro de fundura ali, ela puxou os sacos arrastando-os pelo chão. Por onde passava, um rastro vermelho-vivo ficava ali. Ela jogou os plásticos no buraco, preencheu com areia e lavou o jardim com água da mangueira instalada na torneira do jardim. Depois disso, ela encaixou na área sem grama uns pedaços de plástico verdes parecidos com o capim. Era tudo falso.

Assustada, percebi que aquela seria uma boa ideia para investigação. A descoberta de algo terrível vindo daquela mulher seria tudo pra mim, a mola necessária para empurrar-me para o topo mais uma vez. A partir daí, comecei a observar a senhora diariamente, ver seu dia-a-dia e puxar assunto com ela mais frequentemente. Era sempre a mesma coisa: quando eu virava para um assunto mais pessoal relacionado à vida dela, ela imediatamente desviava e gaguejava. Aquela mulher realmente estava fazendo alguma coisa, e o que quer que fosse, não era bom.

Levei mais uma bronca do dono da matriz da TV, o que deixou-me mais desesperada ainda. Eu não tinha mais nada a perder. Investigar a minha vizinha era o que restava. Foi então que fui a uma lojinha de eletrônicos no centro da cidade e comprei uma câmera HD para meu documentário. Eu iria entrar na casa dela naquele dia.

De madrugada, quando ela terminou de enterrar outro saco (dessa vez no quintal de trás da sua casa), eu calcei meus tênis Adidas, que eram silenciosos. Saí da minha casa e fui em direção à dela. Obviamente entrei pelas portas dos fundos que, misteriosamente, estavam abertas. Vasculhando a casa, percebi que a velha estava dormindo no quarto. Era a minha hora de olhar tudo. Saquei minha câmera, liguei-a e apertei no botão Record. Fui à cozinha, ao banheiro, à sala de estar. Quando estava prestes a desistir, percebi algo diferente no chão abaixo de mim na sala.

Era oco. Removendo o tapete dali, pude observar um pequeno puxador. Certificando-me de estar filmando tudo, encaixei minhas mãos ali e puxei. Havia uma escada de mão, que levava à um breu total. Então, acendi a luz da câmera que, pra minha surpresa, era muito clara. Desci as escadas lentamente. Meu coração estava muito acelerado. Eu estava morrendo de medo.

Não podia desistir ali. O porão escondido era a prova de que havia algo obscuro relacionado a ela. Foi então que decidi fazer a pior escolha da minha vida. Continuei andando.

Tudo parecia como um porão normal. Uma adega no canto da sala guardava garrafas de vinho muito antigas. Aranhas criavam teias por cima de caixas de papelão ao meu lado. Vassouras e outros produtos de limpeza também encontravam-se armazenados num armário grudado na parede. Mas, se fosse um porão normal, não ficaria escondido. Deveria haver algo que eu não estava vendo ali. Andando pela sala, vi que, atrás da adega, havia algo parecido com uma porta.

Empurrei o pesado armário para o lado, com o maior cuidado do mundo para evitar o tilintar contínuo das garrafas que ali estavam. A porta era grande, maior que o normal. Era feita de um mogno desgastado e antigo, contendo uma maçaneta com tinta prateada levemente descascada. Não havia chave na tranca e, ao tentar, a porta estava aberta. Passando, fechei-a e, ao virar-me, soltei um grito abafado.

Havia uma cela. O metal estava muito enferrujado. A sala era iluminada por uma lâmpada amarela que deixava-a muito sombria. O pior era o que estava contido dentro da cadeia. Uma criatura horrenda olhava para mim. Os seus olhos deformados estavam separados uns dos outros. Apesar da forma humana, o rosto era assustador. A boca era entortada, o nariz não estava ali, e ele parecia chorar sangue. As pernas entortadas seguravam um tronco peludo e cicatrizado.

Percebi que lágrimas estava viajando pela minha bochecha. Minhas mãos estavam cobrindo minha boca seca, e eu queria vomitar tudo o que comera no jantar. O cheiro podre e carnífice passava violentamente pelas minhas narinas, que, agora, se contraiam.

A criatura correu até os limites da cela e começou a gritar um som terrível e assustador. Desfiguradamente, saíam da sua boca as palavras: “ME AJUDE! ME AJUDE!”. Ele esticava seus braços em minha direção, como se estivesse implorando por algo. Era o fim daquilo. Eu tinha de ir embora.

Virei-me, cada vez mais chorosa e abri a porta. Ao correr mais um pouco, vi as luzes acesas. A porta que me levaria para fora do porão estavam fechadas. Mesmo assim, subi as escadas e bati repetidamente nela, em uma tentativa falha de abri-las. Foi aí que senti um atrito nas minhas costas. Doída, perdi as forças e caí ao chão.

...

Acordei. Estava deitada em uma maca. Meus braços e pernas estavam paralisados. Correntes impediam-me de mover-me. Enquanto fazia força para fugir, percebi uma silhueta ao meu lado. Era a senhora.

Olhando psicopaticamente para mim, ela falou, sorrindo: “Você não foi uma vizinha boa, Patrice.”. Ao tentar falar, percebi que estava impedida por alguma espécie de Durex. Mesmo assim, dificilmente soltei: “Por favor, me solte, me desculpe! Eu não queria fazer nada disso!” A água salgada proveniente dos meus olhos agora atingiam meu pescoço suado. Eu tremia muito. “Não posso querida. Você fez algo que não podia ter feito, e agora vou ter de lhe punir.” – dizia a vagabunda, com um sorriso irônico estampado. “É uma pena. Seu rosto é tão lindo.”

Ela, então começou seu trabalho. Cortou, primeiro, cada uma das minhas unhas com um alicate. A dor era insuportável, e eu gritava. Depois, ela arrancou o dedão do meu pé direito. Cortou a minha mão esquerda e depois furou minha barriga. Eu sentia um líquido quente sendo expelido do corte, que se espalhava pela meu corpo. Já sem suportar a tortura, senti uma agulha entrando na minha veia do braço. Desmaiei, lentamente.

Acordei no chão imundo da cela em que vira o homem há pouco. Ao vê-lo ao meu lado, pulei para trás, batendo minhas costas nas grades da cela. Meu corpo doía insuportavelmente. A criatura estava quieta, sentada de cócoras numa cadeira de madeira presente ali. Apesar da deformidade, percebi um tipo diferente de olhar vindo do seu rosto. Parecia ser tristeza, remorso. Não soube o porquê.

Levantei-me do chão, agora mais calma. Andei a um espelho que estava pendurado na parede e olhei o meu rosto.

Estava muito pior que o rosto do homem. Meus olhos estavam no mesmo lugar, mas minha boca estava torta. As narinas também não existiam mais, e pequenas cicatrizes espalhadas expeliam pus e sangue. Gritei desesperadamente. Comecei a correr pelos lados da sala.

A partir daí, a mulher passou a me tomar todos os dias para fazer seus trabalhos. A cada dia que passava, eu estava cada vez mais deformada.

Ao acordar, vejo a mulher pegando meus restos e pondo-os em sacos negros para enterrá-los lá fora no seu quintal.

Eu imagino o que podem estar falando de mim. Se estão tristes, fazendo uma procura frenética como ocorre nos filmes. Ou se simplesmente eu fora esquecida, com meu desaparecimento sendo substituído por um quadro no Jornal da Noite apresentado pela minha concorrente, falando sobre as festividades de 4 de Julho.

Estou vendo a faca. Tenho acesso a ela se esticar os meus braços através da grade. Já estou decidida, vou terminar com tudo. Não tenho chances de escapar daqui. Na primeira tentativa, no mínimo eu seria exposta a mais um experimento. Vou acabar com isso, mesmo que seja doloroso. Não me importo, já sinto tanta dor. Pelo menos pararei de sofrer. Meu nome é Patrice Hills, e minha ambição terminará de me matar daqui a pouco, nessa cela demoníaca e porca.

Autor: Pedro Lucas

21/07/2014

Creeper da Semana: Gabriel Morais Correa


Idade: 14 anos

Estado: Rio Grande do Sul

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Bem, conheci o blog faz muito tempo... procurando por easter eggs macabras,jogos hackeados e lendas urbanas nos games, e então achei este blog e adorei o conteudo que tinha, ou seja "creepypastas" e isso me fascinou muito porque eu não sabia o quanto era foda essas historias macabras, sabe do oque estou falando não é? aquele arrepio,aquela tensão ou até mesmo pensar sendo observado por algo. bem é isso. (Antes que comentem que eu seja um psicopata postando uma foto assim... eu sou mesmo).

Eu realmente conheci este blog a muito tempo... mas não comentava porque eu tinha que fazer login, mas demorava pra loga ai eu desistia e nem comentava mesmo. I <3 CPBR!!!

(Creeper de Semana - 21/07/2014 à 27/07/2014)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

[CREEPY VIDEOS] Jogando Among the Sleep - Hora de Dormir!

Chegou a hora de jogarmos um dos games mais pedidos desse canal, e um puta de um jogaço! Hoje, chegou a vez de experimentarmos a demo de "Among the Sleep", um jogo lançado somente a poucos meses, e que tem tudo pra ser um puta jogaço.

E pelo que experimentamos, é sim! Não é a toa que tantos de vocês nos recomendaram por tanto tempo... Só temos uma coisa a dizer: Muito obrigado!

Confiram! Se gostarem, não se esqueçam daquele like maroto e comentem ai embaixo o que acharam \o/


Link para download do jogo:

19/07/2014

KuneKune

Um garoto e seu irmão mais velho estavam passando as férias de verão na casa dos avós. O céu era um azul limpo e brilhante e os campos de arroz traziam um tom verde profundo. Eles saíram da casa para brincar um pouco pelos campos.

Ao meio dia, a leve brisa de verão parou de repente.

Quando perceberam que a leve brisa havia parado, sentiram uma morna corrente de ar soprar de algum lugar.

O garoto percebeu que o seu irmão olhava inquieto para algum lugar. Ele olhou na mesma direção e percebeu que havia uma pessoa em um campo de arroz mais distante. Uma pessoa de roupas brancas… um homem ou mulher? O garoto não saberia dizer daquela distância.


http://yokaipedia.zombie.jp/wp/wp-content/uploads/kunekune1.jpg

“O que será que ele está fazendo no meio daquele campo…?”

Então a pessoa começou a se mover como se estivesse se contorcendo. Da esquerda para a direita, da direita para a esquerda.

“É algum tipo de dança…?” A coisa estranha, era que a pessoa dobrava os braços e pernas de uma maneira fora do normal, em ângulos completamente impossíveis para os movimentos de um humano normal.

A pessoa dobrava-se e dobrava-se em uma espécie de dança macabra.

O garoto ficou com medo e falou com o irmão. “Não estou entendendo nada... você sabe o que é aquilo?” O irmão mais velho apenas balançou a cabeça negativamente. Então foram para casa e voltaram com um binóculo. “Me deixa ver primeiro.” O irmão mais velho estava ansioso, e tentou ver a pessoa mais de perto com a ajuda do binóculo.

O rosto do irmão mais velho tremeu por um momento. Ele ficou pálido, um suor frio escorreu pelo seu corpo. Ele não conseguiu segurar o binóculo... e o deixou cair.

O garoto preocupou-se com o irmão e perguntou, “Irmão, você está bem?”

O irmão sacudiu a cabeça, silencioso.

O garoto perguntou outra vez, “Irmão, quem é aquele?”

Depois de um tempo, o irmão respondeu lentamente.

“V o c ê… n ã o… d e v e… v e r ………………”

Essa não era mais a familiar voz do irmão. Os ossos do irmão estalavam, enquanto seu corpo se dobrava como o daquela estranha pessoa.

Dobrando-se, curvando-se.... esquerda, direita... direita, esquerda...

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O que é Kunekune? > aqui

Creepypasta dos Fãs: O Odor do Inferno

Quero que saibas Doutor, que é a contragosto que procurei tratamento para meu caso de claustrofobia. Foi após muita insistência de minha família que resolvi marcar uma consulta nesta clinica psiquiátrica. Até entendo a posição de minha mãe e minha irmã, que se vêem preocupadas com meu sofrimento perturbador, mas é muito constrangedor para mim, relatar a situação que me fez desenvolver esta aversão descontrolada por qualquer lugar fechado ou abafado..


Tenho medo de que, após ouvir o meu relato, você irá me considerar demente. Mas juro que tudo que direi se resumirá exclusivamente à fatos acontecidos e não haverá nenhum acréscimo imaginativo em minha historia. É necessário dizer que há pouco tempo eu era uma pessoa normal, e não acreditava em nada que não pudesse ser comprovado pela ciência.

O caso que desencadeou em mim este trauma angustiante aconteceu a menos de dois anos atrás, quando viajávamos minha irmã e eu para uma pousada no sul da Bahia.

Havíamos viajado por várias horas e já estávamos próximo a divisa de Minas quando nos deparamos com uma obra na estrada e foi preciso pegar um desvio que aumentaria a viajem em mais duas horas. Este desvio passava por uma estrada pouco movimentada e distante de qualquer civilização. Depois de dirigir por algum tempo neste desvio encontramos um pequeno posto de combustível na margem da estrada e resolvemos parar. O carro precisava ser reabastecido e eu precisava muito usar o banheiro.

Aquele posto era realmente muito precário e dava a impressão de ter parado no tempo. Contava apenas com duas bombas, daquelas bem antigas e o funcionário era um sujeito com cara de poucos amigos. Eu perguntei pelo banheiro e ele me indicou uma porta no final de um corredor escuro e umido. Quando eu abri a porta eu me deparei com o banheiro mais sujos e fétido que eu já conheci, mas não tinha outra opção à menos de oitenta quilômetros dali.

Era um banheiro bem pequeno, com um único vaso e uma pia com um espelho velho grudado na parede. As paredes do banheiro não eram revestidas de cerâmica, como é de se esperar, e estavam muito rabiscadas com varias bobagens que geralmente se encontra em banheiros públicos. Enquanto eu usava o vaso, uma frase em particular chamou minha atenção. Estava escrito assim: NÃO LEIA EM VOZ ALTA.E a seguir vinha a frase:

-Qui clauditis ostia inferni.

Como eu julgava tudo uma bobagem, eu li a maldita frase. Nada aconteceu de diferente naquele instante e eu nunca mais lembraria deste acontecimento se o que viesse depois não tivesse me traumatizado tanto, doutor.

Quando eu terminei minhas necessidades e tentei dar a descarga, ela não funcionou. Dane-se, eu pensei, só quero dar o fora daqui. Quando tentei usar a torneira, a água também não saiu e eu amaldiçoei aquele maldito banheiro e o frentista por não me dizer que faltava água no banheiro. Mas nada disso teria ainda importância para mim e seria apenas um pequeno contratempo se eu não tivesse encontrado a porta trancada. Eu forcei o trinco com toda minha força, tentei girar em sentido diferente, fiz tudo que pude mas a maldita porta não abriu.

Após esgotar as tentativas de abrir a porta , eu comecei a gritar por socorro e chutar a porta, para que minha irmã ou o frentista viesse abri pelo lado de fora. Meus gritos começaram bem leves e foram se transformando em urros violentos a medida que o tempo passava e ninguém vinha me socorrer. Eu gritei e chamei por muito tempo até perceber que, apesar da pouca distancia que me separava da bomba, meus gritos não estavam sendo ouvidos.

Tentei então abrir a pequena janela do banheiro, mas meus esforços foram igualmente em vãos, o trinco não abria de forma alguma. Foi possível perceber que havia naquela atmosfera algo maligno, sobrenatural, mas que eu não sabia dizer o que era. Algo que me impedia de sair daquele banheiro ou pedir ajuda. O tempo foi passando e eu me cansei de tentar sair, e resolvi aguardar até que alguém percebesse minha demora e viesse em meu auxilio. O tempo fluiu lento e amargo enquanto eu esperava, e o odor desagradável parecia aumentar a cada instante. A luz do dia foi diminuindo e ninguém veio me salvar, então quando tentei acender a luz do banheiro tive outra desagradável surpresa, a lâmpada não acendeu.

Com a noite veio os insetos. Não sei de onde saíram aqueles malditos e asquerosos seres que tornaram minha experiência naquele inferno ainda pior. Mosquitos barulhentos e com ferroadas dolorosas, baratas que voavam de um canto à outro e vez ou outra pousavam em mim outros bichos que se arrastavam pelo chão e subiam em minhas pernas. A noite passou sem que eu conseguisse fechar os olhos por um minuto sequer.Com o raiar do dia aquelas malditas criaturas voltaram para onde haviam saído me deixando novamente na solidão daquele cubículo fétido.

Por varias outras vezes eu tentei chamar por socorro ou abrir a porta, mas todas as tentativas não resultaram em sucesso e só fizeram meu desespero aumentar. Em algum momento do dia a água do vaso começou a subir sem parar e inundar o banheiro com esgoto. Em pouco tempo aquela água poluída e fedorenta alcançaria meus joelhos se eu não tomasse alguma atitude. Mesmo com muito nojo, eu enfiei a mão no vaso procurando encontrar alguma coisa que pudesse estar entupindo a saída d'água no vaso. Meus dedos tocaram um objeto estranho e então eu segurei e puxei pra fora. Deus do céu, só de lembrar daquilo meu estomago embrulha até hoje.O objeto que estava entupindo o vaso era um pedaço de mandíbula humana.

Passei um bom tempo vomitando e me recuperando do choque, mas a água parou de subir. Após me recompor, decidi procurar alguma forma de sair daquele inferno. Neste momento eu já tinha certeza que minha prisão naquele terrível cárcere não era algo natural. Tinha a certeza que o encantamento que eu lera era o responsável por aquela maldição e se existia um encantamento para me prender ali, havia um para me tirar.

Comecei a procurar em todos os cantos do banheiro por um outro encantamento de libertação, mas não encontrava nada relevante. Até que me ocorreu procurar alguma coisa no espelho. Mal sabia eu que aquele lugar maldito ainda me reservava uma ultima e desagradável surpresa. Quando olhei o espelho não vi o meu rosto refletido como devia ser, mas um rosto completamente desfigurado e sem vida, como se eu tivesse morrido e em decomposição. Mas eu não tinha escolha, decidi quebrar o espelho. Procurei algo que eu pudesse usar como martelo e a única coisa que eu achei foi a torneira. Por sorte ele era daquelas que se saiam ao desenroscar sem usar ferramentas, então eu a arranquei e quebrei o espelho.

Como eu esperava, atrás do espelho estava o encantamento, e eu o li em voz alta:

- Aperit portae inferi!!

Neste momento eu ouvi um clique na tranca do banheiro. Eu testei a maçaneta e ela abriu sem oferecer resistência. Quando eu sai porta afora e olhei para dentro do banheiro tudo estava como quando eu entrei. O espelho estava inteiro novamente na parede e o piso seco como se o esgoto nunca tivesse entupido.

Quando cheguei do lado de fora do posto minha irmã ainda estava abastecendo o carro, e então eu percebi que o tempo havia passado de forma diferente enquanto eu estivera no banheiro.

É claro que ninguém acreditou em minha historia e pensam ser um delírio meu, e tenho a certeza que você pensa igual. Mas desde aquele maldito dia, nunca mais duvidei de maldições e forças ocultas.


Autor: Cristiano Costa

Creepypasta dos Fãs: Menina

Nesse último ano eu adoeci. No hospital, os médicos conversaram com minha mamãe e fizeram ela chorar, não gostei disso, mas eu estava muito fraca para defender ela, então apenas fiquei lá deitada ouvindo. Algum tempo depois eles rasparam meu cabelo, não entendi bem os motivos disso, mas eles falaram que ele cairia de qualquer forma. Mamãe foi para casa e me deixou lá, eu tinha apenas uma boneca velha de companhia.

Em poucos dias comecei a fazer o tratamento, no começo eles espetavam meu braço, aquilo fazia ele pegar fogo, isso aconteceu apenas cinco dolorosas vezes, depois eles furaram minha cabeça, aquela substancia fazia ela arder muito, e também me deixava muito enjoada, me fazendo vomitar durante o tratamento, esse tratamento ocorreu vinte e cinco vezes. Eu me sentia cada vez mais fraca e mamãe cada vez mais triste. Ela chorava muito.

Um dia os médicos me disseram que iam tirar meu câncer, eles espetaram meu braço novamente, só que dessa vez em vez de enjoo eu senti muito sono. A última coisa de que me lembro é de mamãe gritando e chorando desesperada.

Acordei em um local frio, havia grandes geladeiras e nelas pessoas dormindo. Passei a mão na minha cabeça e percebi que meu cabelo havia voltado, foi quando vi meu papai, mamãe disse que ele tinha ido embora e que nunca mas nos veríamos ele, mas disse que ele me amava muito, ele também ficava em um hospital.Papai me disse, “Querida, vamos embora com o papai.”, mas eu disse, “Não!”, eu queria ficar com a mamãe. Ela nunca mais apareceu, mas tudo bem, aqui tenho muitos amigos, e eles me disseram que você iriam brincar conosco em breve. Estou esperando sua visita.


Autor: João Eduardo Alves Kreusch

18/07/2014

Creepypasta dos Fãs: O homem da meia noite

Costumam escrever sobre relatos sobrenaturais nestes blogs, mas a maioria é apenas bobagens, eu e meus amigos adorávamos desbancar todas elas, éramos totalmente obcecados por isso, se você escrevesse uma creepypasta, nós a dissecaríamos e acharíamos sua falha, fomos realmente bons com isso.

Nossas creepypastas favoritas eram as de desafios, como a mágica ou o lance do esconde-esconde com espíritos, o jogo do copo, da caneta, da borracha...
Isso mudou quando minha amiga Lorena animadamente sugeriu que fizéssemos o desafio que ela havia encontrado, se chamava "O Jogo da Meia-noite", estávamos realmente empolgados com essa nova possibilidade, imprimimos as instruções:

INSTRUÇÕES 

PRÉ-REQUISITOS: É necessário que seja exatamente 12:00AM quando você começar o ritual, do contrário, este não irá funcionar. Os materiais necessários incluem uma vela, uma porta de madeira, pelo menos uma gota de seu sangue, um pedaço de papel, fósforos, e sal. Se você jogar com mais pessoas, todos precisarão de seus próprios items e terão que fazer os passos à seguir separadamente.

1. Escreva seu nome completo (primeiro nome, nome do meio e sobrenome) em um pedaço de papel e coloque pelo menos uma gota de sangue no mesmo. Deixe-o ensopar.

2. Apague todas as luzes da casa. Vá até sua porta e coloque o papel com seu nome na frente dela. Pegue a vela e acenda-a. Depois, coloque a vela sobre o papel.

3. Bata na porta 22 vezes (A hora DEVE SER 12:00AM quando você der a última batida), abra porta, apague a vela, e feche a porta novamente. Você acabou de permitir que o “Homem da Meia-Noite” entre na sua casa.

4. Re-acenda a vela imediatamente.

É aqui que o jogo começa. Agora você precisa andar pela casa completamente escura com a vela acesa em mãos. Seu objetivo é evitar um encontro com o Homem da Meia-Noite de qualquer maneira até dar exatamente 3:33AM.

Se sua vela se apagar, significa que o Homem da Meia Noite está perto de você. É preciso re-acender a vela em no máximo dez segundos. Se você não conseguir, é preciso fazer um círculo de sal em torno de si imediatamente.

Se você não conseguir realizar nenhuma das duas tarefas, o Homem da Meia Noite irá induzir uma alucinação do seu maior medo até às 3:33AM a não ser que você o provoque de alguma forma. Se você conseguir re-acender a vela, pode continuar.
Se conseguir fazer o círculo de sal, você terá que permanecer nele até às 3:33AM.

Você deve continuar até às 3:33AM sem ser atacado pelo Homem da Meia-Noite ou ser preso pelo círculo de sal para vencer O Jogo da Meia-Noite. O Homem da Meia-Noite irá partir às 3:33AM e você estará à salvo.

Ficar em apenas um lugar durante o jogo irá apenas resultar no Homem da Meia-Noite encontrando você. É altamente aconselhável ficar se movendo durante o jogo.

-NÃO acenda nenhuma luz durante O Jogo da Meia-Noite

-NÃO use uma lanterna durante O Jogo da Meia-Noite

-NÃO use o sangue de outra pessoa no papel com seu nome.

-NÃO use um isqueiro como substituto para a vela. Não vai funcionar.

-E definitivamente NÃO tente provocar o Homem da Meia-Noite de NENHUMA MANEIRA.


Esse post é apenas para curiosidade... NÃO JOGUEM, NÃO OBEDEÇAM AS REGRAS!

Como se não fossemos jogar, até parece. Encontramos a casa perfeita ela era antiga e pertencia ao avô de Gabriel, meu outro amigo e ficante, as portas eram de madeira de lei, muito pesadas e com cheiro de cetro. Existiam exatamente três portas que davam para dentro da casa, a primeira era a porta de entrada, a segunda era a dos fundos que dava na cozinha e a terceira era uma saída de emergência colocada recentemente, era um pouco mais leve e de cor diferente, mas era de madeira.
O avô de Gabriel estava no hospital devido a um resfriado forte e Gabriel estava tomando conta da casa enquanto isso. Inventei uma desculpa para minha mãe e encontrei Lorena na casa dela, fomos encontrar com Gabriel as 23:00 horas, ele tinha tudo de que precisávamos, e um saquinho de batatas, Lorena escolheu a porta dos fundos e se foi levando o sal, sua vela e um caixinha de fósforos, Gabriel me deu um sorriso confiante, seguido por um beijo, eu adorava a forma como ele sorria despreocupado, ele me entregou um walkie talkie enquanto me dirigia para a porta de emergência e me pediu para manter contato enquanto passávamos o tempo até às 3:33 da manhã, eu assenti e ele se dirigiu a porta de entrada.
A Meia noite em ponto todos nós começamos, quase esqueci o sal do lado de fora mas lembrei no ultimo minuto, entrei na casa e acendi a vela rapidamente, os móveis tomavam formas sinistras a luz da lua, mas na primeira hora nada aconteceu, era o que esperávamos. Fiquei andando pela casa, vez ou outra ouvia os passos de meus amigos no quarto ao lado, eu e Gabriel conversávamos por sussurros pelo walkie talkie e deixávamos escapar alguns risos baixos. Parei na cozinha por um instante para descansar, um frio incomum subiu, agarrando-se a minha espinha, então decidi continuar andando, Gabriel havia encontrado Lorena enquanto trocava de quarto ele riu ao me contar o susto que ela levara, Lorena me disse um "oi" rápido antes de se separarem novamente.

2:30 AM as coisas começaram a mudar, eu sentia um nervosismo totalmente novo que me deixava inquieta, de tal forma que não parava nem por um instante nos cômodos da casa em que passava, Gabriel sussurrava musicas dos The Beatles pelo walkie talkie na esperança de me acalmar, mas pude notar o quanto ele estava nervoso também.

3:00 AM, ouvi um grito estridente de garota, eu e Gabriel corremos imediatamente para a sala, meus olhos demoraram para se ajustar ao comodo mais iluminado da casa, com a fraca luz da lua e das velas pude ver a criatura, tinha olhos de lobo, estavam arregalados e fixos em nós, eram amarelos e rajados de vermelho, sua pele era branca como a lua e ele vestia um terno negro, os pelos da minha nuca se arrepiaram, o homem da meia noite abriu um sorriso grotesco, seus dentes pontiagudos brilhavam escarlate, o corpo de Lorena Repousava em seu colo totalmente irreconhecível  ele abriu a boca e sua voz saiu arrastada como unhas arranhando a lousa:

- Encontrei vocês, crianças.

Eu estava paralisada  Gabriel me agarrou pelo braço com força e me forçou a correr escada a cima, o homem da meia noite nos encurralou no ultimo quarto de hóspedes da casa, os olhos dele brilhavam no escuro enquanto ele chegava mais perto:

-  Ah, merda. - Gabriel deixou escapar me colocando atrás dele, foi quando eu senti o sal queimar em meu bolso, rapidamente tirei a maior quantidade que pude e fiz um circulo entorno de mim e de Gabriel, me agarrando a ele com tudo que tinha:

- Ohoo, crianças malvadas. - O homem da meia noite sussurrou enquanto o sorriso morria em seu rosto humanoide, ele se virou e saiu do quarto.

Não sei ao certo quantas horas eu e Gabriel ficamos abraçados naquele quarto, sem falar, com medo de que qualquer som fizesse ele voltar, mas o sol já estava alto quando a mãe de Gabriel nos achou e nos tirou daquele circulo de sal, não havia sinal do corpo de Lorena, nem mesmo o sangue estava lá, tentamos contar tudo a mãe de Gabriel, mas ela limitou-se a rir e nos preparar panquecas como café da manhã, mais tarde Gabriel e eu decidimos não falar sobre isso com mais ninguém, ele me contou que havia esquecido de pegar o sal na entrada da casa e que eu salvara sua vida e que também sabia que Lorena havia ficado muito tempo na sala com a desculpa de que seus pés estavam doendo de caminhar, ela nunca foi encontrada, algumas semanas depois a policia decidira que ela tinha sido sequestrada por algum traficante de pessoas e podia estar a quilômetros da nossa pequena cidade, mas eu e Gabriel sabíamos da verdade.

Com o tempo eu me tornei uma pessoa permanentemente inquieta  mesmo depois de 10 anos e de eu e Gabriel termos nos casados e até depois da gravidez eu ainda acordo a noite sentindo frio e gritando com a imagem dos olhos dele me fitando, não sei como vai ser quando a criança nascer, o que não falta muito pra acontecer, não me sinto segura, Gabriel diz que estou ficando obcecada, mas eu sinto que isso só vai passar quando eu avisar, avisar a todos vocês...

NUNCA BRINQUEM COM O HOMEM DA MEIA NOITE.


Autor: Camila de Mello Barbosa

Creepypasta dos Fãs: A próxima vítima

Olá!

Bom.. como posso começar.. tenho 17 anos e me chamo Elizabeth, o que eu vou contar pode parecer extremamente ridículo mas preciso que você preste atenção, por favor... é algo real e eu não sei o que fazer!

Foi ano passado em março, eu estava com meu amigo que chamo de pai e resolvemos ir para o meu "cantinho" especial, é uma quadra de futebol que tem uma trilha com árvores dos dois lados dela, eu costumo passar a tarde ali sozinha sentada lendo. Fomos lá de noite, estávamos conversando enquanto eu trocava sms com uma amiga, estávamos próximo a uma das árvores quando escutei passos vindos do mato (mesmo envolta do campo, tem muito mato e do outro lado muitas árvores), meu amigo disse que deveria ser da rua de cima, eu achei estranho, mas não liguei, quando ouvi de novo esses passos e olhei para frente, tinha uma espécie de homem.. não.. um et.. ah.. não sei explicar.. era uma coisa humanoide agachada, ele estava olhando para baixo, era bem magro e tinha uma cor pálida além de estar nu... eu me assustei muito e abracei meu amigo, mandando ele ver.. estava escuro e ele disse não ter visto nada, quando me virei de novo achando ter sido coisa da minha cabeça, aquilo estava me olhando, o que deveria ser os olhos.. era um buraco preto grande, parecia olho de et mesmo.. nossa.. ele tava olhando direto pra mim!

Eu saí correndo de lá aterrorizada. Aí tudo bem... eu superei isso, (apesar de que tem uma mancha de água na minha parede que lembra muito a forma dele, depois mando uma foto) só que nessa madrugada do dia 18/07/14 eu estava dormindo tranquila mas fui acordando com a sensação de ter alguém no quarto, primeiro tentei me mover e não consegui, nenhum músculo, absolutamente NADA! depois fui abrindo os olhos, fui enxergando embaçado, a luz do meu quarto tinha queimado naquela tarde mas a da sala que é logo a frente estava ligada, eu vi ali parado de pé ao lado da minha cama me olhando.. era um tipo de sombra.. fumaça preta.. realmente não sei! Eu tentava me mover com força mas não conseguia até que consegui mover primeiro minhas mãos e depois os braços.. aí enquanto eu tentava falar essa coisa começou a sumir até que enfim, consegui chamar minha mãe... fui dormir com ela, eu nunca durmo com minha mãe mas eu estava tão aterrorizada que tive que ir dormir...

Ela, enquanto dormia, sonhou que tinha ido ao banheiro e enquanto retornava para o quarto tinha visto um tipo de homem .. uma sombra de pé ao meu lado me olhando.. e quando notou minha mãe ali, tentou fugir mas acabou entrando dentro de mim! e no sonho mama falava que esse negócio estava no meu quarto atrás de mim... Eu procurei pesquisar e é sem dúvidas o Rake!

Oh meu deus.. eu estou amedrontada.. eu não quero dormir essa noite, estou com medo dele aparecer.. por favor.. por favor mesmo.. como eu faço para ele sumir? como faço para ele me deixar em paz? Meu amigo disse que ele escolhe suas vítimas e depois vai aparecendo assim, aos poucos até que a mata ou sei lá o que faz.. por favor me ajudem!


Autor: nyann_cat

[MALDIÇÕES E REAÇÕES] Cupcakes HD - Culinária Hardcore!

Provavelmente o melhor vídeo sobre pôneis malditos que você assistirá em toda a sua vida!

Confiram! Se gostarem, não se esqueçam daquele like maroto e comentem ai embaixo o que acharam \o/



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