31/07/2014

Creepypasta dos Fãs: Quarto escuro

"Comecei a cursar a faculdade hoje e então aluguei um quarto simples,apenas para ter onde ficar.Depois que a aula acabou fui para meu quarto recém alugado.Era bem simples,um banheiro e um espaço para uma pessoa,onde eu coloquei um colchão no chão,bem no meio da pequena sala.No meio da noite escuto um barulho e acordo olhando para os lados,mas o quarto é bem pequeno,o som não poderia ter vindo dali.Percebo então que aquele som era de pessoas na rua,em plena madrugada,e volto a dormir.Mais um dia de estudo se passa e lá vou eu novamente para meu pequeno quarto,e entrando em casa vou para minha escrivaninha estudar,mas mal sabia eu que o barulho da noite anterior não tinha vindo da rua.

Perto das 23:00 fecho meus livros e vou dormir cansado de estudar.Mas de madrugada escuto passos bem próximos a mim, e acordo levemente assustado,mas sabendo que se tratava de um sonho,volto a dormir.No dia seguinte, na sala de aula,penso no estranho sonho da noite passada,onde eu ouvia o som de pés se arrastando a minha volta.

 Mais uma noite,mais sons estranhos.Acordo e vou para a faculdade,onde tenho passado grande parte do dia.Conheci um amigo que tem certos tipos de ''amuletos'' contra espíritos,mas mesmo não acreditando nisso,resolvo levar um por causa de sua insistência.O amuleto era um conjunto de pequenos sinos,que supostamente espantavam seres indesejáveis,então coloco-o sobre a escrivaninha e vou dormir.Em meu sonho estou numa espécie de castelo medieval,mas totalmente vazio.Ouço o som de sinos tocando ao longe,e quando entro para verificar,acordo do meu sonho com aquele som de passos se arrastando,dessa vez violentamente.A minha frente vejo uma grande massa escura se formando,o som de gritos,e uma única coisa que escuto antes de morrer...


                            ...TE PEGUEI...!"


Autor: Daniel Lee

Creepypasta dos Fãs: Terraria - A armadura vazia

Olá, vou me identificar como “user1”, como estão vocês, bem? Espero que sim, pois eu não estou, minha mãe faleceu a uma semana atrás, tudo bem, pessoas vão e outras vem, isto é normal, porem a parte estranha começou a duas semanas atrás, eu baixei um jogo chamado “Terraria”, um jogo muito viciante e divertido, todo dia depois da faculdade eu chegava em casa e ia jogar o maldito jogo, com o tempo as minhas notas na faculdade começaram a despencar, em uma tarde, ao chegar da faculdade eu estava ligando o computador para jogar, quando minha mãe gritou: “seu merda, só vai usar o computador depois de fazer seus deveres de casa e suas tarefas diárias.”

Então eu fui fazer minhas tarefas que eu nem me importava ao mesmo tempo em que eu pensava : “ que droga de mãe, se eu não tivesse mãe eu poderia usar o PC a tarde toda.” Foi quando na mesma tarde eu comecei a jogar o maldito jogo que eu tanto adorava foi quando eu (no jogo) fui para o inferno coletar alguns recursos para fazer uma armadura e lá eu vi, em uma das torres azuis/roxas uma armadura de “Molten” (fundida) como se estivesse sobre um manequim porem não estava sobre nada, era apenas uma armadura vazia, tentei pega-la porem não consegui, tentei derruba-la mas eu não conseguia quebrar o chão sob ela, ela simplesmente estava lá parada, e por fim eu tirei um “print” dela, eu me cansei e voltei a coletar os minérios que eu precisava, ao voltar a superfície eu peguei minhas melhores armas do baú e fui explorar, quando me aproximei da minha vila eu estranhei a ausência dos NPCs que viviam lá, mas foi quando eu cheguei em casa que todos os pelos de meu corpo se arrepiaram, a armadura vazia do inferno tinha invadido a minha casa e simplesmente ficou lá parada, neste momento me lembrei de algumas “Creepypastas”, tirei outra “print” e pensei : “é só eu parar de jogar antes da meia-noite ou das 03:00.”

Porem mais ou menos as 19:30 a armadura escreveu duas mensagens : “cuidado com o que você deseja.” E “her soul will be mine.”(a alma dela vai ser minha) nessa hora eu fiquei aterrorizado, Chequei se eu estava no multiplayer, era o meu mapa e eu não me lembrava de ter criado um servidor, logo após isso eu fui ver a tradução da segunda mensagem, eu não sou muito bom em inglês, após ver o significado eu deliguei completamente o computador, totalmente aterrorizado, assisti TV até umas 22:00 e fui dormir, na manha seguinte eu encontrei minha mãe pálida, dura e fria, ela estava morta, me desesperei, chamei a ambulância e até mesmo liguei para a policia, eu não aguentava ver minha mãe morta, eu posso até ter desejado não ter uma mãe mas foi por impulso, eu amava minha mãe, por mais chata que ela fosse, passei dias inteiros em bares, centros terapêuticos e igrejas, após o enterro de minha amada mãe eu cheguei em casa que agora era tão quieta e vazia, foi quando notei que o computador estava ligado e com uma aba aberta, era o bloco de notas, ainda chorando pela morte de minha mãe, eu por curiosidade resolvi olhar o que estava escrito e me deparei com a seguinte mensagem : “now her soul is with me and will stay with me forever.”(agora a alma dela esta comigo e vai ficar comigo para sempre.) Ao ver a tradução eu fiquei completamente perplexo, tentei enviar as “prints” para alguns amigos porem quando as visualizei novamente eram somente fotos do meu desktop.

Eu sei que eu não estava sozinho no jogo e que o que estava comigo não queria ser visto pelos outros. Mas a única coisa que eu realmente tenho certeza é que aquela armadura não estava vazia.


Autor: tutusito

Creepypasta dos Fãs: Alma

O vento gelado daquela tarde queimava minhas bochechas brancas e fazia com que meu narizinho ardesse, me fazendo tremer. Mas era o primeiro dia em uma semana que não nevava e era a minha chance para brincar lá fora. Mamãe ficou cozinhando, ocupada enquanto eu saía. Não teria mal algum de sair pra brincar um pouco, não é?

A neve da rua molhava meu sapatinho e o vento fazia com que meu cachecol voasse na direção contrária. Estou super agasalhada e adoro passear, cantando e pulando, jogando amarelinha pela calçada. Mamãe não costumava me levar pra passear com frequência, então, levar umas broncas depois valeria a pena.

Dobrei uma rua estreita, que não tinha passagem de carros e talvez fosse até mais seguro. A neve estava por todo canto, desde toldos a janelas e nas calçadas principalmente. 

Eu nem sequer tinha reparado numa pequena loja que tinha nesta rua, com uma grande vitrine que tomava quase que toda a fachada da loja. Também, pudera: todos os vidros estavam embaçados naquela tarde. A primeira coisa que vi mesmo era um grande quadro negro bem em frente, já com uma infinidade de nomes escritos (eu acho, pois ainda só sabia ler e escrever meu próprio nome). Não me contive e escrevi então:
A - L - M - A (meu nome), com as maiores letras que consegui.

Eu já dispararia saltitante dali para correr por aí, não fosse uma coisa que me chamara a atenção. Como eu não reparei antes? Uma coisa dessas é impossível. Mas bem, lá estava eu, de olho na vitrine, encantada com o que via: seria uma boneca muito lindinha, modéstia a parte, se não fosse macabra de mais.

Ela simplesmente se parecia muito comigo, até demais. Desembacei o vidro com a manga do meu casaco o quanto minha altura permitia e pude vê-la mais claramente. Era tão perfeita! E eu a queria, de todo jeito.

Fiquei hipnotizada e tudo que eu conseguia ver era a tal boneca, imóvel e perfeita. Seus olhos embora fossem de boneca e sem vida, ainda era muito perfeitos e me chamavam atenção. Eu olhava para uma miniatura de mim mesma. Mesmo casaquinho, mesma touca, mesmo cachecol e o cabelo também, muito parecido.

Entretanto, em uma súbita piscada de meus olhos e minha boneca simplesmente sumiu! Como era possível? Eu queria minha boneca. Não era justo! Eu só queria a minha boneca.

Bati na vitrine, tentei olhar lá dentro e a vi sobre uma mesinha. Seria fácil de pegá-la, pois a mesinha não parecia muito alta. Então tentei entrar, batendo primeiro na vitrine pra ver se alguém vinha. Sem resultado, fui a porta e mesmo com muita insistência e batendo muito, ninguém abria e a porta também nem se movia. Frustrada, taquei uma bola de neve na porta de vidro e fui dando as costas, quando ouvi a porta se abrir. Eu esperava uma bronca de algum adulto, mas não havia ninguém. O vento frio batia empurrando a porta, assobiando e me convidando a entrar. Entrei sem dizer nada e mesmo que me sentisse vigiada, essa era minha chance de ter minha bonequinha.

O lugar era aconchegante e tinha vários bonecos e bonecas na estante. Antes que eu pudesse pegar minha boneca, tropecei em algo. Era um bonequinho em um triciclo, que agora fazia muito barulho, caído, com as rodinhas agitadas. Levei um susto de início, mas coloquei-o em pé e como se ainda tivesse corda, me contornou a toda velocidade em direção a porta que se fechara lentamente antes dele alcançá-la, fazendo com que batesse contra a madeira do batente.

O boneco continuou contra a porta enquanto eu procurava minha boneca que já não se encontrava mais sobre a mesa. Isso era assustador, mas só estava preocupada em conseguí-la. As dezenas de olhares dos brinquedos pareciam me acompanhar enquanto eu procurava minha boneca. Pensei que alguém a tinha pego. Olhei até mesmo embaixo da mesinha, mas não encontrei. Ao olhar na estante, entre várias outras bonecas, lá estava a minha: bem no alto. Usei um móvel como apoio, tirei uma luva e subi ao encontro dela.

No momento, tudo girou e como mágica, o ângulo como eu via as coisas mudou e agora eu vejo tudo de cima. Como é estranho. Não consigo me mover, mas posso sentir os olhares das outras bonecas sobre mim, me saudando.

Ouço um estalo e mais a frente, uma boneca sobe lentamente na vitrine, como num elevador. Não posso ver seu rosto, mas posso ver suas roupas. Lá fora agora, brinca na neve uma outra criança que logo se aproxima do vidro. Ela parece surpresa. Incrível! Ela veste a mesma roupa que a boneca.

Autor: Jeferson Marcio Almeida

Creepypasta dos Fãs: O Perturbar da Noite

Meia noite. O dia já tinha se esvairado a tempos e o silêncio tomava a pacata cidade. O silêncio profundo era o canto das almas perdidas. Tudo continuaria em equilíbrio se não fosse um casal de namorados que perderam o horário na praça e estavam agarradinhos observando o céu. Os seus pequenos sussurros e risadas de satisfação pareciam destonar com a melodia do silêncio das almas e alguém deveria silencia-los.

A felicidade poderia incomodar qualquer ser humano, mas naquela noite parecia ser algo pior que ela incomodava, algo mais sinistro, sozinho e perigoso. A felicidade dos dois arrancava as pálpebras da morte em meio a risos e sussurros.

O silêncio que cercava os dois sucumbiu a felicidade deles e fez com que esse mesmo silêncio se contorcesse de dor. O silêncio praguejou mais altos que os sussurros para mostrar ao casal que perturbavam o andar dos mortos, o marchar das almas. Uma pá se arrastava parecendo arrancar as pequenas pedras que formavam a rua da pequena cidade. O casal não se deu conta do que passava por ali e continuavam a torturar a morte, a vingativa morte.

Dois, três passos. A pá agora não se mais arrastava ao chão e estava apoiada nos ombros de um grande corpo masculino que andava perturbado. Uma mão segurando a pá, outra mão tapando os ouvidos para amenizar os sussurros e as risadas do casal. O corpo de quase 2 metros de altura se vestia com roupas pretas e um chapéu antigo que escondia seu rosto nas sombras da noite, as terríveis sombras da noite.

Agora os passos do ser já eram ouvidos pelo casal, que olhando para todos os lados, não conseguia olhar de onde vinha. Por um momento a felicidade foi trocada pelo medo e os passos acabaram novamente. Após alguns minutos as risadas continuavam e os passos foram aumentando, aumentando e aumentando.

Uma grito abafado. Foi o ultimo barulho antes do silêncio vigorar novamente. Agora o que se podia ouvir é o pingar das gotas de sangue que escorriam da pá, nada mais. As almas podiam cantar novamente, e a morte se encontrava contente com a sua conquista.

No outro dia de manhã, a cidade se espantou ao ver o imenso coração formado com as partes dos corpos do casal. Braços, pernas, órgãos, formavam um grande coração em que as duas cabeças, se beijando estavam no centro do coração. O amor era lindo inclusive para a morte...

Autor: Gabriel Souza

29/07/2014

Creepypasta dos Fãs: Quinto Dia

Lesões em jogadores de futebol americano são bem comuns, quando você assiste a alguma reportagem na televisão que um jogador profissional foi afastado por uma contusão. Esse fato é tão insginificante que não alteraria nada em sua vida... Mas se isso acontece com você quando se estar em seus melhores anos fazendo parte da equipe da escola como o melhor jogador e atleta, o atacante número um com um grande futuro pela frente, pode até não parecer nada mas, para mim foi um choque.

Sinto que o chão se abriu sob meus pés, eu estava desesperado, não queria acreditar que aconteceu comigo, não queria perder o que eu tinha suado para conquistar até ali. Assim que eu sofri a lesão na rótula do joelho esquerdo não teve conversa, fui internado no mesmo dia com grandes riscos para minha e saúde e minha breve carreira. Riscos que preferia ter corrido a ter dado entrada naquele hospital.

Minha primeira noite foi tranquila. Eu sentia fortes dores na perna e ainda estava um pouco tonto com tudo que tinha acontecido, mas com tantos analgésicos que as enfermeiras me davam, era dificil se manter acordado. Cansado, eu apenas fechei os olhos para fugir dos meus pensamentos negativos e abraçar o que seria minha única noite em paz.

Na manhã seguinte; chegou um menino que deveria ter a minha idade, mas, a julgar pela sua aparência bem abatida, rugas em tornos dos olhos, cabelos louros bem ressecado, diria que ele tinha uns 100 anos. Fiquei intrigado e perguntei a enfermeira o porque ele havia sido internado, ela me respondeu que ele tinha a suspeita de uma rara doença que faz com que as pessoas envelheçam gradativamente. O que para nós seriam semanas para ele.. eram meses.

Eu comecei a me sentir mal. Reclamava da vida sendo que tinham pessoas com problemas bem mais sérios do que os meus. Acho que meu erro foi demonstrar uma emoção se quer a esse rapaz mesmo que ela fosse pena.

Minha segunda noite; já não foi tão agradável. Sentia que tinha alguma coisa errada, o clima estava bem tenso. acordei me sentindo um pouco estranho.

Me lembrei do sonho que havia tido...

Eu estava no hospital.. só que não era eu. Eu podia ver meu corpo deitado na cama, e ao mesmo tempo podia caminhar livremente pelo hospital. O curioso era que a cama ao lado da minha estava vazia com algumas manchas vermelhas. Não me lembro muito bem pois não dei muita importância, mas pareciam formar uma mensagem. Porém isso não foi o mais assustador. Tinha uma figura em meio as sombras observando meu corpo adormecido na cama, não consegui distinguir por causa da escuridão, mas tinha certeza que era um homem..

De manhã ainda meio intrigado, olhei ao redor para conferir se tudo estava bem. O meu vizinho da cama ao lado dormia tranquilamente. Só conseguia imaginar que sonho bizarro tive.

Já tinha perdido a noção das horas naquele lugar, depois da mesma rotina entediante, remédios, banho, comida ruim, 

piadinha dos médicos. O meu dia já estava completo e eu estava pronto para mais uma noite naquele lugar, dormi pelo que pareceu ser umas 2 horas, mas dessa vez não acordei por causa de um sonho.. e sim porque eu sentia que realmente tinha alguém me observando. Eu conseguia ouvir sua respiração... bem próxima de mim.

Com muito medo tentei focalizar em meio a escuridão, meu coração já estava disparado, meus pés e mãos suavam, um dedo magro silenciava meus lábios não podia gritar nem correr, não sabia o que fazer.. não sabia o que ele queria.. o que aquilo queria. Sua presença me mantinha fraco, percebi que mesmo que ele não estivesse me mais me silenciando, eu não gritaria. Não tinham forças para isso.

Antes que eu desmaiasse pude reparar em seus olhos negros e vazios como a escuridão, que me fitavam buscando algo, algo que eu não podia imaginar o que era...

Meu terceiro dia naquele hospital não foi nenhum mar de rosas. Eu sentia meu corpo debilitado e uma enorme fadiga mental. Eu estava cansado mesmo depois de dormir algumas horas. Não tinha nada para me distrair e eu só ficava imaginando se o que ocorrerá ontem a noite; foi real ou apenas fruto da minha imaginação?

Incerto resolvi não comentar nada com ninguém. Sabia se contasse algo eles me tratariam como um louco e as medicações só piorariam e minhas chances de voltar a ser um jogador estariam acabadas. Se eu me mantivesse acordado talvez nada de pior acontecesse. Estava errado...

Decidi que naquela noite não iria dormir. A enfermeira me deu os calmantes e analgésicos como de costume, fingi que tomei os guardando abaixo da língua e quando ela se foi joguei todos fora. Eu estava decidido. Seja o que fosse aquilo.. real ou não, não iria me pegar dormindo.

A noite caía e eu observava tudo ao meu redor. Meu vizinho sempre silencioso em sua cama nunca trocara uma palavra comigo. meu corpo começou a tremer; de repente estava muito frio, a temperatura havia caído drasticamente, a janela bateu com o vento, fazendo que eu desse um pequeno salto da cama, me senti um idiota ali com medo. Medo do que? Talvez estivesse imaginando coisas, mais além da janela, algo estranho estava acontecendo. 

Um silencio esquisito tinha tomado conta do quarto, aquela hora era de se esperar alguma enfermeira fazendo um pequeno ruido que fosse, bem.. acho que eu preferia o silêncio.

Meu vizinho de cama começou a gritar descontroladamente, ele gritava palavras aleatórias, algo que eu não conseguia entender muito bem, até que eu as juntei.. "Sua alma aquece meu corpo, e sua dor alimenta a minha alma". Isso me soava família. Lembrei que já tinha visto aquilo escrito antes. Sim, essa era a mensagem que estava gravada na cama dele no sonho que eu tive, e estava escrita com sangue.. meu sangue..

Quando ele se colocou de pé, notei que sua aparência nesses dias tinha mudado, ele estava mais jovem. Mais viril. De repente ele não parecerá mais como um ancião e sim como um jovem na flor da sua idade, seus cabelos agora louros em vida. Mas, ignorando o meu choque, ele se aproximava murmurando as mesmas palavras, e notei mais uma coisa familiar, seus olhos, olhos que eu já conhecia; negros como a noite, mas agora vivos voltavam a me fitar. Só que dessa vez eu sabia o que ele queria. Tentei lutar.. algo inútil. Sentia suas unhas perfurando a minha carne. A dor era forte e eu estava entrando em uma espécie de transe. Não podia acabar assim. Minha vida toda lutando para me tornar alguém e iria terminar dessa forma...

Agarrado ao instinto básico de sobrevivência consegui se desvincilhar dos seus braços e tentei pular da cama, o que exigiu muita força. Agarrei um abajur que estava próximo. Minha intensão não era lutar com aquilo. Não tinha forças para isso.

Joguei o abajur no chão na esperança de fazer algum barulho. Já estava enxergando tudo escuro, para minha sorte uma enfermeira estava passando perto, ouviu e entrou no quarto... Para minha sorte?

Quando a enfermeira chegou, se deparou com um garoto desacordado, sangrando e um abajur quebrado, de alguma forma era só isso que havia naquele quarto...

Hoje é o quinto e ultimo dia que eu escrevo. Vou permanecer aqui no hospital mais algumas semanas. Me disseram que eu estava tendo alucinações por causa dos remédios e na outra noite eu estava muito agitado e bati a cabeça em uma queda, tive uma concussão e fiquei dois dias desacordados. Mas agora está tudo bem. Faz um dia que estou internado na ala psiquiátrica. Conheci o meu doutor hoje. Ele é um bom rapaz um pouco novo para ser médico admito. Me disse que eu lembro muito avô dele. eEe também gosta de poesias. Nunca vou esquecer o pequeno verso que ele leu para mim: "A alma aquece o corpo, e a dor alimenta a alma". Não é lindo?

Autor: Diego Santos

Creepypasta dos Fãs: É Apenas um Filme...

Sempre gostei de filmes de terror, Creepypastas e tudo relacionado ao sobrenatural. Minha mãe falava sempre para que eu parasse com isso, pois atraia "coisas ruins" para mim, mas nunca liguei. Afinal, o que coisas de terror poderiam nos trazer de mal?

Eu estava de férias e por isso costumava passar a noite inteira assistindo filmes na TV. Na maioria das vezes só escolhia o filme por ser do gênero terror e quase nunca lembrava o nome dele após assistir. Era uma noite comum quando comecei a assistir um filme de terror, que claro, não lembro o nome, mas lembro que a sinopse falava algo como invocações ou algo do tipo.

O começo do filme foi um pouco estranho, pois era apenas a tela escura com alguém falando algo que parecia latim (sei disso pelas invocações que via na internet, e que quase sempre eram em latim). Enquanto a pessoa continuava a falar, senti uma sensação estranha, quase como se algo ou alguém estivesse me observando. Então me virei rapidamente para me certificar de que ninguém havia entrado na sala, porém, por um rápido segundo, posso jurar ter visto um vulgo negro passar por mim e ir atrás do sofá em que eu estava. É impressão minha ou o ar ficou mais pesado? Não... Deve ser só minha imaginação.

Me virei novamente, mas... Espere, a TV não estava neste canal. Hum, isso foi estranho, mas deve ter tido a ver com a programação automática. Eu não consigo mais achar o canal do filme, será que ele já acabou? não, não pode ser, foi rápido demais pra já ter terminado. Bom, enfim, agora que não tem mais nada interessante passando acho que vou dormir.

Me deito e começo escutar musica (já que só consigo dormir assim). De repente, sinto que há alguém gritando meu nome. Me levanto lentamente sem bagunçar muito a cama e vou até a janela... Não há ninguém lá fora. Fecho a janela e, por um momento, noto que há uma mulher que parece estar flutuando do lado de fora.

Percebo então que é apenas o reflexo da janela.

Autor: Ichsehesie

O Caso Alice (Vocaloid - Alice Human Sacrifice)

O Caso Alice permanece, até hoje, como sendo um dos crime mais estranhos e misteriosos do Japão. De 1999-2005, aconteceu uma série de cinco assassinatos, que não teriam relação nenhuma entre si se não fosse por uma carta à polícia que o assassino deixava na cena do crime. Ele deixava uma carta de baralho (O tipo de carta variava com o crime) em cada local, com o nome “Alice” escrito com o sangue da vítima.
Poucas pistas foram encontradas, e eventualmente o caso foi trancado.

Abaixo, estão os detalhes de cada crime:

Sasaki Megumi

A primeira vítima foi Sasaki Megumi, uma moça de 29 anos, dona de um restaurante.
Aqueles que a conheciam, descreviam Megumi como uma moça de temperamento curto e
uma língua afiada quando lidava com os empregados. Ela era bem conhecida pelos seus clientes graças à sua dedicação ao trabalho e excelente comida. Fora do ambiente de trabalho, Megumi era muito sociável e ia à muitas festas.

E foi depois de uma destas festas que ela desapareceu. Megumi decidiu voltar para casa à pé, sendo que estava na casa de um amigo que ficava há apenas uma quadra de distância, e ela estava um tanto quanto bêbada para dirigir. Algumas pessoas lhe ofereceram carona, mas ela negou. Megumi foi vista saíndo da festa à uma da manhã, e foi a última vez que ela foi vista com vida.
Na manhã seguinte, um casal passeando pelo bosque, que ficava há um quilômetro de distância da casa de Megumi, viu uma trilha de sangue em um caminho pouco usado do bosque. Curioso, o casal seguiu a trilha, e encontraram o corpo de Megumi. Ela foi esquartejada, e seus membros foram empalados em galhos de árvores. O casal chamou a polícia.
Foram os policiais que encontraram a carta de baralho, enfiada na boca de Megumi. Era um Valete de Espadas, com a palavra “Alice” escrito, como mencionado anteriormente.
Não havia impressões digitais, nem DNA na cena do crime. Havia vômito no local, mas a mulher do casal revelou ser dela.

Yamane Akio

Yamane Akio era um vocalista pouco conhecido de uma banda que não tocava em outros lugares além de bares. Seus amigos o descreviam como uma pessoa carinhosa, que nunca levantava a voz para os outros fora dos palcos. Depois de sua morte, a banda acabou, não tendo coragem de encontrar um novo vocalista.
Akio foi levado de seu apartamento em 11 de Fevereiro de 2001. Seus colegas de banda foram as últimas pessoas a vê-lo com vida, já que ensaiaram com ele mais cedo no mesmo dia.

Naquela noite, sua namorada foi visitá-lo, e ficou surpresa em encontrar a casa vazia. Nos dias que se seguiram, Akio foi dado como desaparecido, e uma busca por ele começou.

A câmera de segurança do prédio mostrou uma figura encapuzada entrando por uma porta lateral, saíndo algum tempo depois com um grande saco de lixo de formato estranho. Essa misteriosa pessoa nunca foi encontrada, e ninguém a vira pessoalmente no dia do sequestro. Acredita-se que esse homem seja o assassino, mas seu rosto nunca apareceu nas filmagens da câmera, impossibilitando seu reconhecimento.
Na semana seguinte, o dono do bar “Yoshida’s” (Onde a banda constantemente tocava) estava abrindo o local quando se deparou com uma cena horrenda. Jogado sobre uma mesa, estava o corpo de Akio. Suas cordas vocais foram arrancadas de sua garganta, e ele havia levado um tiro na cabeça. Sua carta de “Alice” era um Rei de Ouros e foi encontrada em suas mãos, juntamente com as cordas vocais arrancadas.

Kai Sakura

A adolescente Kai Sakura tinha a vida toda pela frente. Ela era uma garota doce, e muito amada pelos seus colegas e parentes. Ela queria ir para a faculdade, se tornar uma designer de moda, e faltava apenas uma semana para sua formatura no Ensino Médio quando ela foi sequestrada.

A família de Sakura tentou insistivamente encontrá-la, e toda a cidade ajudou na busca pela garota perdida. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, enterrado em uma cova rasa. Não parecia que o assassino queria escondê-la, pelo contrário, ele marcara a cova com a carta “Alice” dela, uma Rainha de Paus. A carta estava presa por um palito no topo da cova.
O corpo de Sakura fora horrivelmente mutilado. Os olhos dela foram arrancados do corpo, a pele esfolada, e a boca cortada. Uma coroa havia sido costurada à sua cabeça, provavelmente enquanto ainda estava viva. Nenhum crime sexual fora cometido, tanto pre- quanto post-mortem.
Juntamente com o corpo de Sakura, havia um bilhete, escrito em uma letra inteligível. O bilhete continha frases desconexas, algumas impossívels de ler. “A morte é um sonho distorcido”, “Ela vai sempre comandar”, e “Ha!Ha! Aqueles que morrem são os sortudos.”, eram algumas das frases que estavam escritas, entre outras. Tentaram reconhecer a letra do assassino, mas sem sucesso.

Oshiro Hayato e Hina

Estes dois foram as últimas vítimas. Hayato e Hina eram irmãos, e muito próximos.

Hina era a irmã mais velha, e era muito teimosa. Seu irmão mais novo, Hayato, era muito esperto, até pulara uma série na escola, ficando na mesma sala que sua irmã. Os dois raramente brigavam, ao contrário de outros irmãos na mesma idade que eles.

Os dois foram encontrados mortos em suas camas, em 4 de Abril de 2005. A causa da morte foi uma injeção letal. A janela do quarto estava aberta, e deduziu-se que o assassino invadira a casa em silêncio o suficiente para cometer o crime sem acordar os dois, saíndo da casa logo em seguida. Cada criança segurava uma carta de Ás de Copas, que, ao serem colocadas lado a lado, formavam a palavra “Alice”.
Uma pegada lamacenta foi encontrada no carpete, mas estava tão danificada que foi impossível identificá-la. Essa foi a única pista, fora a carta, encontrada no local do crime.

Um ano mais tarde, a mãe de Hayato e Hina cometera suicídio por causa da depressão. O pai deles, que ainda está vivo, faz terapia extensiva para tentar superar a morte de toda sua família. Até este momento, ele se encontra em depressão profunda, sendo fortemente medicado.

Consequências:
Um pouco depois da morte dos irmãos Oshiro, um homem chamado Suzuki Yuuto foi preso pelos assassinatos. Ele era um vagabundo com problemas mentais, que dizia “não se lembrar” onde estava no momento dos assassinatos. O mais absurdo de tudo é que ele foi encontrado usando o casaco que pertencia a Yamane Akio.

Um pouco de sangue que havia na manga deu resultado positivo que era de Akio.

Yuuto, que estava desesperado à esta altura, declarou que um “demônio negro sem rosto” havia lhe dado o casaco.

Yuuto foi liberado quando um abrigo de sem-teto disse que Yuuto ficara por lá na noite do assassinato de Sakura. Como o abrigo ficava longe da casa de Sakura, não havia como Yuuto cometer o crime e voltar para o abrigo sem ser notado.

Em 30 de Abril de 2008, um produtor conhecido como Yugami-P colocou sua primeira música no site nicovideo (N/T: Um site japonês de vídeos), chamado Hitobashira Arisu, traduzido livremente como Alice of Human Sacrifice (Alice do Sacrifício Humano).

Acredita-se que a música foi baseada no Caso Alice. Conta a história de um sonho que atrái as pessoas para seu mundo, e depois conta a história de cada “Alice”.

A música traz algumas relações com cada assassinato. A primeira Alice (dublada por MEIKO) foi presa em um bosque, que foi onde o corpo de Megumi foi encontrado. A segunda Alice (dublada por KAITO) era um cantor que “levara um tiro de um homem louco”. A terceira Alice (dublada por Hatsune Miku) era muito amada, virou a rainha do país, e foi possuída por um “sonho distorcido”. A quarta Alice (dublada por Kagamine Rin/Len) era um casal de gêmeos considerados apenas uma “Alice”. Eles eram descritos como uma irmã mais velha “resistente”

e um irmão mais novo “inteligente”. Também falava que eles “ainda precisavam acordar”, uma possível referência ao fato de que ambos morreram enquanto dormiam. Além disso, as cartas encontradas com os corpos foram mencionadas.

Yugami-P nunca disse nada sobre seu vídeo ter relação com os assassinatos, mas todos acreditam que sim.


Fonte: Medo B
Enviado por: Larissa Damasceno

Novo Éden

"Como vai ser viver em Marte, papai?"

O pai de Kelley sentou-se na extremidade da cama da filha, depois de ligar a luz noturna da menina.

"Ah meu bem, vai ser como dizem na TV - tudo aquilo e ainda mais. A NASA já fez uma série de viagens para lá que foram um sucesso, deixando homens e suprimentos para trabalho. Vai demorar um bocado, e é por isso que querem começar o mais rápido possível. Sabe o que eles estão fazendo, Kel?"

"Sim!" Kelley exclamou, os olhos brilhando de apreensão e fascínio.

"E o que é?"

"Uma colônia!" Ela exlamou. "A senhora Lyons explicou tudo pra gente na escola!"

"Ah, é mesmo?" O pai estava perplexo.

"Sim! Uma colônia é onde um monte de pessoas vão para viver em algum outro lugar. Ela também nos falou que Marte é o quarto planeta do sol, e que é vermelho e bem frio, mas quando as pessoas chegarem já vai estar tudo pronto para que a gente possa viver lá!" Ela respirou fundo.

"Nossa, isso é muito bom!" Ele respondeu, erguendo uma sobrancelha. "Acho que vai sentir falta da escola, não é?"

"Acho que sim". Pensativa, ela lembrou de todos os colegas e vizinhos de quem ela sentiria falta. Era provável que nunca mais os veria. Ela perguntou, em voz baixa: "Por que eles não podem ir com a gente, papai?"

Ele não respondeu.

"Por que só nós podemos ir?" ela insistiu.

"Não somos os únicos, querida, e você sabe disso". Ele falava com cuidado, escolhendo bem suas palavras.

"Papai, me diga por que ninguém de minha escola pode ir com a gente", ela perguntou. O pai rezava para não ter que responder aquela pergunta tão cedo.

Ele pigarreou. "Kelley, os caras da Eugenics Board dizem que nós somos as pessoas necessárias para o futuro da raça humana. Não pense que eles queriam deixar todos os outros para trás. Pense nisso como uma bênção para nós dois". Ele sorriu, alisando os cabelos da filha.

"Mas e a mamãe?" Ela olhou em seus olhos, esperando encontrar uma resposta. Por uma fração de segundo, ele quase vacilou, mas repreendeu sua opnião sincera. Não era a hora certa.

"Eu sei que vai demorar um pouco para se reacostumar, querida", ele falou lentamente, olhando para uma foto da família. "A mamãe entende o quanto... isso... é importante para nós, e James também entende. Nós temos muita sorte. Mamãe e James iriam querer que nós fôssemos. Pense assim, está bem?"

"E por que isso aconteceu?" Ela perguntou, e havia um sutil desapontamento em seu tom de voz.

"Bem, ia ser difícil de explicar", ele disse. "Mas muito tempo atrás, antes de meu pai nascer, antes do pai dele nascer, e antes mesmo do pai do pai dele nascer, as pessoas aprenderam a construir coisas gigantes usando os recursos da Terra. Eram coisas maravilhosas, que facilitam a nossa vida até hoje. Mas como o tempo, tudo começou a se extinguir".

"Como acontece numa plantação, mas sem que isso tudo cresça de volta?" Kelle perguntou. Era uma criança bastante inteligente.

"Isso. Bem, depois de muito tempo, nós, adultos, não aprendemos a lição. E agora precisamos recomeçar do zero. Eles o chamam de Novo Éden, Kelley. Vai ser um lugar bonito, e você vai fazer muitos amigos, e vai se tornar uma boa pessoa. E se alguém perguntar... Se alguém perguntar 'Como era a Terra?' você saberá responder?"

"Sim papai", ela respondeu ternamente. "Era um lugar muito bonito".

"Sim, Kelley. Era mesmo", o pai respondeu, a voz trêmula. Não sabia se Kelley havia ou não notado. "Por favor, durma. Amanhã vai ser um grande dia".

"Boa noite, papai".

"Boa noite, querida".

28/07/2014

Creeper da Semana: Anna Carolina


Idade: 15 anos

Estado: Rio de Janeiro

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Nas férias eu não tinha muito o que fazer, resumindo, um tédio! Então depois de vagar por alguns blogs de Creepys (lendo eles por completo), o tédio retornou, então meu amigo me recomendou o Creepypasta Brasil. De início já adorei o blog! Já até escrevi algumas Creepypastas, mas fiquei com receio de enviar para vocês e.e

Enfim, espero ver minha foto no blog! ><

( Ignorem minha cara de sono ç-ç )

Contato pessoal:
Facebook: https://www.facebook.com/annacarolina.souzasilva.9

(Creeper de Semana - 28/07/2014 à 03/08/2014)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

[CREEPY VIDEOS] Jogando Insanity.EXE - O Final Chocante da Saga!

Olá, Creepers! Hoje, chegou o dia de jogarmos o ultimo game da saga Sonic2.exe: O tão pedido Insanity.exe! Será que ele superará seus antecessores no quesito de "foda" ou será que ele se juntará aos outros "Luna Game's" da vida?

Confiram! Se gostarem, não se esqueçam daquele like maroto e comentem ai embaixo o que acharam \o/


Link para download do jogo: